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Archive for the ‘Cinema’ Category

Mãe Terra, você é o meu sistema
de suporte de vida…
Como um soldado devo beber
sua água azul,
viver em seu ecossistema
e comer a sua pele verde.
Ajude-me a encontrar meu equilíbrio…
como você equilibra a
Terra, o mar e o ambiente.
Ajude-me a abrir meu coração…
sabendo que o universo o
alimentará.
Rezo para que minhas botas
sempre beijem o seu rosto…
e que meus passos unam-se a
seus batimentos cardíacos.
Cure meu corpo através
do tempo e do espaço.
Você é a minha conexão com
o universo e tudo o que vem após,
e eu sou seu e você é minha.
Eu saúdo você.

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“Era uma vez…havia um lago.
Ele ficava nesta cidade.
Nós costumávamos pescar, nadar
e navegar nele.
E…em um novembro,
um grande bando de patos…
veio e pousou nesse lago, e…
e então a temperatura caiu tão
depressa que o lago…congelou de imediato…e…
os patos, eles…
voaram e levantaram o lago com eles.
E agora…dizem que esse lago está em
algum lugar da Geórgia.
Imagine só.”

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“O céu deve ser chato pra cacete. E o inferno, se tivesse mulher e birita não tinha a fama que tem.”

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Há dezesseis anos, um dos melhores músicos brasileiros de todos os tempos, lançou um álbum em español, com o título “Fina Estampa”. O grande músico: Caetano Veloso. Não é exagero dizer que o álbum é perfeito, com Caetano com um espanhol impecável e melodias maravilhosas. A alguns dias assisti ao filme, do sempre [no mínimo] excelente Almodovár, “Fale com Ela”. E em um certo momento, um certo cantor brasileiro, se apresenta:

Desculpem-me o uso do exagero ao adjetivar o Caetano e o Almodóvar.

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500 days of Summer

Eu estava escrevendo um post sobre clichês, mas eu realmente queria muito falar era sobre esse filme. Em todo lugar, todo mundo já escreveu sobre ele, todos os blogs que conheço, todos os sites de cinema, então eu estou bem atrasado e justamente por esse motivo eu não queria comentar nada sobre o filme, mas é impossível. É o melhor romance do ano. O bom é que alguns dias antes eu havia assistido Annie Hall, e 500 Dias com Ela me lembrou muito ele, e realmente faz referências ao clássico de Woody Allen. Tom (Joseph Gordon-Lewitt) um frustrado escritor de cartões (eu sei que os cartões não são escritos sozinhos, mas que profissão estranha), um sonhador, que procura encontrar sua alma gêmea, conhece a lindíssima Summer (Zooey Deschanel). Ele se apaixona por ela (assim começa com o maior clichê de sempre onde garoto conhece garota), ela não acredita no amor. O filme conta os 500 dias do relacionamento dos dois, de forma não-linear, com Tom procurando entender onde foi que estragou tudo, o motivo do fim. O longa conta com Mark Webb um diretor experiente em clipes, e ele traz isso para o filme, a dinâmica dos vídeos curtos, para contar cada dia da lembrança de Tom. Além de uma excelente trilha sonora, até eu fiquei fã dos The Smiths. É um filme para todo o tipo de pessoa, namorados, solteiros, casados, divorciados, é o velho filme que nos dá uma lição sobre relacionamentos. A Zooey é encantadora, se torna difícil não se apaixonar pela Summer também. Como deu pra ver eu sou péssimo em críticas, aliás nem encarem como uma. Gostar de algo, não é ser bom em algo. Mais um filme que recomendo, um romance que não é meloso, é apenas uma história que qualquer um de nós podemos viver, e até queremos viver, com a Zooey se possível.

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Clube dos Cinco

Provavelmente quase todos vocês já devem ter assistido a esse incrível filme. Eu o achei incrível. Mas vejam comigo, o filme nos apresenta cinco alunos (2 garotas e 3 garotos, sempre uma quantidade maior de homens) que ficam um sábado na escola, obrigados, e então passam a compartilhar seus dramas pessoais (essa parte de dramas eu peguei na wiki), são cinco alunos distintos um do outro, em formas estereótipadas como “o cérebro”, “o atleta”, “a neurótica”, “a princesa” e “o marginal” e um roteiro feito em apenas dois dias. Tinha o que para dar certo? Apenas John Hughes, e esse post é dedicado a ele, não que um dia ele vá ler, a menos que eu consiga que o velho Chico volte dos mortos e envie essa mensagem para o John. Um dos maiores ícones da década de 80. Como prova escreveu e dirigiu, como um amigo chama, o clássico dos clássicos Ferris Bueller’s Day Off, ou como todos vocês conhecem Curtindo a vida adoidado (o título em Portugal é ótimo O Rei dos Gazeteiros), e esse realmente é o clássico dos clássicos. Ontem e hoje assisti a alguns do John: Curtindo a vida adoidado, A garota de rosa shocking e O clube dos cinco. Juro que a primeira vez que assisti cada um deles. E o Hughes é fenomenal. Fez parte da infância de milhões, da adolescência de milhões. A muito eu vinha pensando em fazer algo sobre o Tarantino, pra mim o melhor. Mas esse cara, o John, mereceu minhas palavras, como eu já havia dito, não são boas, mas sinceras. E como sempre, eu nunca tenho muito a falar. Morreu em 2009, aos 59 anos, de ataque cardíaco, ao caminhar em Manhattan (novamente Wiki). Deixo recomendado os três filmes. O Clube dos Cinco é um filme pra ficar entre os melhores de sempre, daqueles que nós temos vontade de ver mais uma vez, tentar guardar cada cena no fundo de nos lembranças. É emocionante, é divertido, é marcante, um filme tão incrível quanto o John Hughes conseguiria fazer.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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